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Sumario

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Reportaje - Bangkok

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Entrevista

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Aventura

Magazine

Aventura

Viagem ao olho da tempestade

Movidos pelas tempestades, os caçadores de tornados percorrem todos os anos o centro dos Estados Unidos da América. Participar nesta aventura permite uma aproximação tão grande destes funis de ar que podemos acabar em Oz.\n

“Mau tempo!” São as palavras mágicas que levam centenas de caçadores de tempestades e fãs da meteorologia a sair dos sofás para percorrer as estradas das grandes planícies que atravessam o centro do país. Todos esperam que uma tempestade entre na troposfera e que uma grande nuvem escura, com forma de nave-mãe, cubra o sol e comece a festa dos redemoinhos de ar. Este é o seu sonho. E este momento ocorre entre abril e junho, quando o ar polar do Canadá choca com o ar quente do Golfo do México, dando origem a tempestades explosivas.\n

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Foto: jordanTrail.org

Nos Estados Unidos da América registam-se cerca de mil tornados por ano.

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Todos os anos, mais de 800 tornados concentram-se no denominado Tornado Alley, um corredor que percorre o Texas, Oklahoma, Kansas, Nebraska, Iowa, Dakota e Minnesota. “Quando todos os instintos de uma pessoa normal lhe dizem para fechar as janelas e procurar abrigo na cave, os caçadores de tempestades saem para se enfrentar cara a cara com o pior da mãe natureza”. Assim descreve Roger Hill, um dos caçadores mais experientes, no seu livro Hunting Nature’s Fury, os impulsos que movem os fãs das tempestades.\n

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E se estiver sol?

Se o tempo não ajudar, há alternativas. Dependendo do ponto do mapa onde estivermos podemos visitar o Centro de Previsão de Tempestades Norman, em Oklahoma; o museu Twister, em Wakita; o desfiladeiro de Palo Duro, no Texas, ou o monte Rushmore, no Dakota do Sul.\n

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Todos os anos, mais de 800 tornados concentram-se no denominado Tornado Alley

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Participar numa destas perseguições converte-se num dos poucos planos de férias onde a chuva é o melhor que pode acontecer. Dezenas de empresas organizam expedições para caçar tornados. Os preços destes safaris meteorológicos rondam os 3000 dólares por pessoa e decorrem em grupos de 6 a 14 pessoas, que se dividem em duas furgonetas totalmente equipadas para esta atividade de risco.

Nick Drieschman, da Extreme Tornado Tours, uma das agências mais experientes a trabalhar no Oklahoma, explica-nos a importância dos veículos com proteção 3M nas janelas para prevenir os golpes de granizo e as eventuais investidas do vento. Num dia podemos percorrer mais de 400 quilómetros, pelo que os veículos dispõem de wi-fi, baterias para dispositivos eletrónicos e emissoras, como Sirius XM, com todo o tipo de música.

As paragens para dormir realizam-se em hotéis de estrada, como numa road trip, e as bombas de gasolina convertem-se nos meeting point de partilha de experiências e informação com outros grupos e habitantes locais. O canal meteorológico Weather Channel é a banda sonora da viagem. Se anunciam uma tempestade e o radar Doppler gira começa a perseguição, pelo que o grupo deve estar preparado para sair sem aviso prévio. Em questão de minutos as nuvens brancas e esponjosas transformam-se num teto cinzento e opaco que anuncia tempestades de supercélulas, um choque brutal de duas correntes de ar que começam a girar até formar um tornado.\n

Foto: James Smart

A maioria dos caçadores utilizam a aplicação RadarScope, que permite localizar tempestades em tempo real.

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Foto: Extreme Tornado Tours

O Texas é o estado com mais tornados.

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A segurança está em primeiro lugar e é essencial manter a distância em relação ao vórtice destas tempestades. Num tornado F5, o mais destruidor na escala Fujita, o vento chega a soprar a mais de 500 quilómetros por hora e consegue levantar os telhados das casas, além de provocar raios e granizo do tamanho de bolas de golfe.

As imagens do vídeo Vorticity, que o fotógrafo Mike Olbinski conseguiu gravar após quilómetros e horas de rodagem, mostram o caos e a potência destes redemoinhos de ar. Uma verdadeira cura de humildade perante o poder da natureza. Um conselho que os caçadores mais experientes dão sempre: “Segurar bem a câmara de fotografia e os sapatos”. Para a eventualidade de passarmos para o outro lado, como Dorothy.\n

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Foto: Steve Lagreca/shutterstock.com

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Nas furgonetas há sempre um kit de emergência com very lights, cabo de reboque e artigos médicos.

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Grandes viagens

Magazine

Grandes viagens

O jardim da África do Sul

“Aquela a que chamamos rosa, o mesmo doce odor teria se outro nome tivesse", escreveu Shakespeare. Aquilo que na África do Sul se chama jardim tem o aroma da floresta e está povoado de baleias.\n

O

road trip africano passa por bosques encantados e caminhos pela beira de falésias sobre praias selvagens. É conhecido como a Rota Jardim, Tuinroete em africâner, mas no seu caminho existem mais elefantes do que rosas. Atravessa uma estreita faixa costeira, entre o oceano Índico e as montanhas que isolam o sul da África do Sul do deserto de Karoo. Um passeio ao volante, recortado pelas falésias e pelas pontes suspensas sobre o mar, permite apreciar esta beleza primitiva.

Os 200 quilómetros da estrada N2, entre Mossel Bay e Storms River, concentram a maior parte das paisagens, embora os viajantes contemplativos saiam da Cidade do Cabo e continuem durante 800 quilómetros até Port Elizabeth, destino de praia propenso a desportos aquáticos, onde acabarão com dedos enrugados devido à vela, ao surf, ao snorkel e ao mergulho.\n

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Gastronomía

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Playas

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